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Após a denúncia apresentada por um pai de aluno sobre supostas cobranças e condições durante os ensaios da fanfarra do Colégio General Campos, em Camocim, um dos responsáveis pela banda, Maciel Costa, procurou a reportagem para apresentar sua versão e esclarecer os pontos questionados.
Segundo Maciel, os custos relacionados à confecção das fardas foram informados previamente aos pais durante uma reunião realizada em maio deste ano.
De acordo com ele, a Secretaria da Educação teria se comprometido a disponibilizar o tecido para a confecção das roupas, enquanto os custos com a costureira ficariam sob responsabilidade de cada aluno. Ele também afirma que, na mesma reunião, foi informado que a camiseta oficial da banda seria paga pelos próprios integrantes.
“Isso foi dito, explicado e aceito por todos na primeira reunião”, afirmou Maciel.
Sobre a denúncia de que os alunos permaneceriam mais de três horas em ensaios sem água e alimentação, o responsável contesta a informação. Segundo ele, não são realizados ensaios de três horas de forma contínua, existindo pausas destinadas ao descanso e à hidratação dos participantes.
Maciel também destacou que a participação na fanfarra é voluntária e que nenhum aluno seria obrigado a integrar o grupo.
Ainda conforme o responsável, durante os seis meses de atividades deste ano, a organização teria mantido diálogo e transparência com as famílias dos participantes.
“A FGC preza pelo respeito aos alunos e às famílias”, declarou.
Ao finalizar sua manifestação, Maciel afirmou que está à disposição para prestar outros esclarecimentos e pediu que informações consideradas incorretas não prejudiquem a imagem da fanfarra.
“Só não quero, como um dos responsáveis pela fanfarra, que a fanfarra tenha seu belo e grande nome manchado por informações erradas.”
A reportagem @miqueiasradio registra a versão apresentada pelo responsável e mantém o espaço aberto para novos esclarecimentos das partes envolvidas.
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