A violência que marcou as eleições de Camocim continua repercutindo. Desta vez, Carol Lima, da Associação dos Pais Atípicos de Camocim (APAC), se manifestou publicamente sobre a agressão sofrida por Valônia Benício e fez um forte desabafo contra a violência e a intolerância política no município. 😔🚨
Em sua fala, Carol afirmou que a história estaria se repetindo e questionou o silêncio de pessoas que defendem grupos políticos, especialmente diante de casos envolvendo mulheres.
🗣️ “E a história só se repete. Só mudam as pessoas que são agredidas. Cadê as mulheres que apoiam outras mulheres?”, questionou.
Carol também criticou comentários que tentam responsabilizar a vítima pela agressão.
🚨 “Se ela apanhou, alguma coisa ela fez. Ela não fez nada.”, afirmou, defendendo Valônia e classificando a agressão como covarde.
A representante da APAC também fez duras críticas ao que considera um ambiente de intolerância política em Camocim, afirmando que pessoas que pensam diferente politicamente viveriam sob medo de sofrer represálias.
⚠️ “Ser oposição aqui dentro da cidade de Camocim é estar todo tempo nesse jeito, com medo de ser agredido”, declarou.
Carol ainda condenou a tentativa de justificar agressões por questões políticas e reforçou que divergências eleitorais não podem ultrapassar os limites do respeito e da convivência democrática.
🗣️ “Política não é lugar de agressão não.”
A manifestação reacende o debate sobre violência política, intolerância e respeito às mulheres durante e após o período eleitoral. Independentemente de lado político, agressão não pode ser tratada como algo normal ou justificada pela posição política da vítima. 🚨⚖️
📢 A pergunta que fica é: até onde pode chegar a intolerância política em Camocim?
🗞️ Jornalismo @miqueiasradio 📻